Se neste Dia dos Namorados você está pensando em pedir aquele nadador especial em namoro, fique atento às dicas dos atletas Diogo Yabe e Fabíola Molina, casados há 11 anos, para uma relação duradora: seja um bom/boa massagista, não conte muito com programas longos sexta à noite e entenda do “polimento”. Agora, já que começamos o assunto, nada mais justo o que contar, neste dia especial, um pouco da história de amor de um dos casais olímpicos mais famosos do esporte. <3

Coincidentemente, o romance teve início no dia 12 de junho de 2002. Na época, ele tinha 21 anos, ela, 27, e eles acabavam de entrar para a equipe competitiva da Associação Esportiva São José (AESJ), em São José dos Campos, interior de São Paulo, após terem representado o Clube de Regatas Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. “Antes disso, apenas nos conhecíamos de ‘oi’”, contou Diogo.

Provavelmente, o que os dois não imaginavam é que o primeiro beijo, que aconteceu oito dias depois do primeiro encontro, viraria uma relação que completa 15 anos neste ano.

E, se você está se perguntando como era conciliar a relação amorosa com a de atleta, os dois tiraram de letra esta dificuldade. “Acho que o fato de sermos atletas mais facilitou do que dificultou, já que tínhamos os mesmos objetivos”, observou Diogo. “Nossa rotina não fugia muito do que é para outros atletas. Ficava mais fácil, entendíamos a necessidade de descansar que tínhamos”, completou.

Foram quatro anos de namoro até que, em 2005, Diogo pediu Fabiola em casamento, na praia de Le Garoupe, na Riviera francesa.  “Eu demorei, já estava com a aliança há dois meses no bolso. Mas foi legal, durante um pôr do sol”, contou o nadador. Em novembro de 2006, eles se casaram.

Depois de oficializar a união, os dois começaram a investir em treinamentos e competições internacionais. “Conseguimos aliar o nosso objetivo de atleta profissional com viagens de casal. Conhecemos mais de 30 países juntos e isso foi um grande benefício que tivemos como atletas casados”, disse Diogo.

Agora, aposentados das piscinas desde 2013, o casal tem duas filhas: Louise Maria, de três anos, e Aimee Maria, de um mês. E claro, “filho de peixe, peixinho é”. “A Louise, a mais velha, tem grandes chances (de entrar para a natação), ela sempre adorou a água. Já a Aimee, é muito difícil de afirmar, ela ainda é muito nova. Mas com certeza vamos incentivar o esporte para elas”, terminou o nadador.

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Além de apoio dos amigos, técnico e familiares, Diogo e Fabíola foram grandes aliados dentro da piscina e conseguiram aprender e evoluir juntos no esporte. “Antes das provas, conversávamos com os nossos técnicos e também sempre um com outro. Durante os treinos, corrigíamos erros técnicos. A Fabíola, mesmo nos últimos meses de sua carreira de 30 anos, ainda não parou de melhorar suas marcas. Aprendi muito com as atitudes dela em busca do melhor resultado”, revelou Diogo.

Apesar do esporte ter o seu lado doloroso e ao mesmo tempo prazeroso, no caso da história do casal, o namoro ajudou no apoio e evolução de um do outro dentro da piscina.