O post de hoje é dedicado a você que é mãe ou pai de um nadador ou de qualquer criança que pratique um esporte e quer saber go here heading writing styles custom best essay ghostwriters sites us follow url go to site thesis data analysis format examples of exploratory research http://teacherswithoutborders.org/teach/harrison-bergeron-thesisv/21/ music thesis ideas https://teleroo.com/pharm/gold-viagra-3-000-mg/67/ good argumentative essay topics newspaper online maker viagra actress football buy degree essays writing prompts descriptive heart of darkness essay thesis cantor continuum hypothesis viagra hotline effect half viagra long essay about life https://www.arohaphilanthropies.org/heal/ampicillin-cats/96/ thesis acknowledgement committee member assignment writing service review rx for dogs without prescription in usa che cosa fa viagra le viagra est il dangereux best use of time essay homework help games my teaching philosophy essay viagra in perth new medical technology essay science advantage and disadvantage essay como motivar seu pequeno atleta.

No início da carreira do nadador, os pais são os maiores apoiadores e incentivadores, participam em quase todas as etapas do processo. Seja levando aos treinos, acordando cedo, acompanhando nas competições, torcendo, vibrando, dando colo, bancando os materiais e as viagens de campeonato.

E, justamente por estarem tão envolvidos, eles acabam assumindo o posto de diversos personagens: se tornam psicólogos, preparadores, treinadores e nutricionistas. Porém, muitas vezes, os pais se esquecem do seu real papel e acabam se tornando os maiores inimigos dos seus filhos. 

Parece loucura, mas isso é mais comum do que se imagina e ocorre, em sua maioria, de maneira inconsciente. Mesmo que a intenção seja positiva, algumas de atitudes tomadas pelos pais causam um efeito contrário e acabam desmotivando o atleta ao invés de empurrá-los para frente, deixando-o inseguro e frustrado e levando uns a abandonarem o esporte precocemente.

Mas como isso acontece?

Há vários fatores que podem desencadear esses sentimentos, mas os casos mais comuns são:

1. Criar expectativas nos filhos

Muitos pais projetam suas próprias expectativas nos seus filhos – às vezes irreais – sem saber se o atleta também compartilha do mesmo pensamento. 
Aquela vaga na seleção de categoria ou a medalha de ouro no campeonato: você quer mais que o seu filho? Ele está preparado para isso? 

2. Broncas e cobrança

Você já ficou decepcionado ou questionou a sua criança depois de uma prova que não foi  como planejada? Se a resposta for sim, pense que ela mesmo já deve estar chateada com o resultado e se cobrando por não ter nadado como queira. 

Nessas horas, o melhor que você pode fazer é oferecer o seu apoio. Pode ser um abraço, um colo, uma conversa; qualquer coisa que amenize a frustração que o seu filho está sentindo naquele instante. 

3. Bancar o treinador

Isto é algo que acontece com muita frequência no mundo esportivo. Os pais, preocupados com o desempenho dos seus filhos, começam a questionar o trabalho realizado pelos treinadores e passam a dar pitacos sobre treinos, técnica de nado e até a analisar de maneira crítica os resultados obtidos.

Não faça isso. O técnico está ali por um motivo: fazer com que o seu atleta nade de modo mais eficiente e que seja rápido. Ao ter uma atitude como essa, você não só desmerece o trabalho do profissional como transfere essa insegurança para a criança, abalando a relação entre técnico e atleta, que é essencial. 

Além disso, você sabe o que foi planejado entre seu filho e o treinador? Pois é, entre a sua expectativa e o resultado, existe aquilo que foi combinado entre o atleta e o técnico e isso deve ser respeitado.

4. Pressão

– “Poxa filho, você só pegou em quarto?”
– “Não abaixou tempo dessa vez?”
– “Você viu como fulano nadou bem?”

Não, não e não. Evite trazer uma conotação negativa e de insuficiência para o resultado do seu filho. Não cobre tempos ou colocação; ensine-o sobre o valor da dedicação, do empenho, e exija apenas que ele faça o melhor ao cair na água.

Comparações são uma péssima e ineficiente tática de incentivo, principalmente com os adversários diretos do atleta. Adote a postura de apoio, pergunte:

– “Como você se sentiu?
– O que você acha que aconteceu?
– O que você acha que pode fazer de diferente?”

Se o seu filho não te der essa abertura é porque ele provavelmente prefere ficar quieto neste tempo. Cada pessoa reage de maneira diferente; uns ficam bravos, outros choram, uns se retraem e há os que querem conversar e dialogar. Saiba entender e perceber como motivar sua criança. 

Mais seguro sobre como motivar seu filho?

Os comportamentos acima não te definem como sendo uma mãe ou um pai ruim, são apenas alertas de condutas que podem afetar a felicidade do seu filho e o quão motivado e encorajado ele se sente para encarar os treinos pesados e as competições. Então, procure entender melhor como motivar seu pequeno atleta conhecendo-o.

Lembre-se! O maior exemplo de apoio que você pode oferecer é a sua torcida incondicional. Vibre quando tiver que vibrar, seja compreensivo com as frustrações do seu filho, ofereça colo nos momentos de tristeza, estenda a mão quando tudo parecer perdido e dê um empurrão quando faltarem forças para recomeçar. Seja um MOTIVADOR!