Se você já utilizou um traje de natação em competições, com certeza, já notou que os maiôs tecnológicos são bastante desconfortáveis e muito justos na hora de vesti-los e usá-los durante uma prova. Mesmo que nunca tenha propriamente testado um desses, já deve ter olhado algum (a) atleta se contorcendo todo para vestir o bendito maiô em um vestiário de uma competição e ter se perguntado até que ponto esse esforço todo vale a pena. Pois bem! No texto de hoje, o #Raiaoito explica o porquê destes maiôs serem tão incômodos para os nadadores, mas muito eficientes.

O primeiro ponto a considerar é o tipo de material do acessório. O traje de natação tem duas vezes mais elastano (30%) do que uma sunga ou maiô normal, o que faz com que fique mais colado à pele. Além disso, o tecido é feito com fios mais finos, formando uma trama mais coesa que bloqueia a entrada da água. Assim, o traje não encharca e nem forma dobras capazes de “segurar” a água.

Em segundo lugar, o tecido é reforçado no quadril para manter a postura do nadador em cima da água, garantindo uma maior flutuabilidade, mesmo quando existir um cansaço muscular.

No entanto, uma das maiores vantagens dos trajes de natação é a redução do atrito entre o corpo e a água, que poupa esforço durante uma prova de natação e garante ao nadador 5% mais de oxigênio, justamente a reserva de fôlego para uma chegada de prova decisiva.

Principal função

Se você ainda não se convenceu que investir em um traje de natação pode ser bom para o seu desempenho na natação, a gente te explica um pouco mais sobre a principal função dessa tecnologia. Como o maiô tem uma grande quantidade de elastano no tecido, os trajes aderem bem à pele, comprimindo a musculatura de modo a diminuir a vibração da superfície do corpo durante as braçadas e as pernadas. É como se o atleta cortasse a água, formando o mínimo de ondas e bolhas ao redor do corpo.

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